Uma Pequena Coisa Que Não É Amor
Uma coisa eu posso dizer com certeza: Não é amor.
Eu posso ser o primeiro a levantar pra dizer que cada amor é um amor, que nunca se pode generalizar ou definir padrões sobre algo tão inconstante e imutável. Mas, quando a coisa nem sequer entra na definição mais primitiva de amor, é completamente generalizável. Digo, sabe, amor tem só uma definição básica: É algo que, quando correspondido, faz bem. A expressão “Amor obsessivo” , nem deveria ter amor no nome. Por que, afinal, quando você tem um, “amor” desse tipo, ele não te faz bem. Seja correspondido ou não. Uma obsessão é um sentimento egoísta, que tem como característica principal o desejo de só pensar naquilo, de desejar aquilo para você, só para você, e para sempre para você. E o amor, no qual eu vou precisar generalizar agora, geralmente é algo tão.. Altruísta. Tão para fora, para o outro... Não para si, como uma obsessão. Quando você sente um desses “amores”, vale a pena se perguntar, se é amor, ou apenas vontade de ter para si. Falta de capacidade de abandonar o passado, ou, até mesmo, falta de vontade em fazê-lo. Por que, obsessão e amor, simplesmente, são coisas antagônicas demais para fazer parte da mesma sentença, cooperando uma com a outra.
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Post para o Tudo de Blog, sobre amores obsessivos.
Ouvindo: Queen - A Crazy Little Thing Called Love
Postado por:
Sarx
às
20h01
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